#251 O Brasil morreu, mas passa bem(?)

Saudações Pessoas! Nesse episódio do Viracasacas Gabriel Divan e Carapanã passam o Brasil a limpo enquanto comentam as notícias da última semana. Começamos discutindo a cilada que o Congresso começou a armar para o Brasil a partir da institucionalização do chamado “orçamento secreto” e como ele simplesmente f*deu a execução orçamentária dos Ministérios. Ou seja, mais uma palhaçada começada por Eduardo Cunha que continua a arrasar o país. Depois discutimos a obscenidade da tomada da Amazônia pelo crime organizado. Enquanto narcotraficantes garimpam parcelas enormes do território nacional com a permissão do governo, o Ministro da Justiça e o Presidente da Funai vão a uma audiência na Câmara dizer que não têm nada a ver com isso. Sob os narizes do generalato que viveu de dizer acusar liderança social e ONGs de tudo quando é coisa o crime organizado toma a Amazônia de assalto – o que nos faz perguntar pra que diabos serviu aquela tal de GLO… Por último, discutimos a maneira pouco razoável através da qual os formadores de opinião se debruçaram sobre uma frase de Lula numa entrevista ao El País para continuar investindo em sua fantasia que as esquerdas brasileiras seriam ditatoriais. O expediente de sempre na América Latina: às esquerdas não é permitida nenhuma contradição, nenhum erro. Ainda comentamos brevemente as prévias do PSDB e a candidatura do Bolsonaro do B: Serjo Miro.

Referências

Medo e Delírio sobre Orçamento Paralelo

The Intercept Brasil: Descobrimos quem organiza o orçamento secreto de Arthur Lira

Narcogarimpo: ganhos milionários de criminosos na Amazônia e vida de luxo

Piloto de Beira-Mar e alvo de Narcos Gold têm licença do governo para garimpar o equivalente a 800 campos de futebol na Amazônia

Liderança expõe crise na Terra Yanomami a representante da ONU

‘Nós é a guerra’: Crime organizado avança sobre os garimpos ilegais da Amazônia

Garimpo na Amazônia: o que está por trás da invasão do rio Madeira

Funai proíbe equipe da Fiocruz de prestar assistência em reserva indígena

MPF apura denúncia sobre morte de crianças Yanomami ‘sugadas’ em rio por draga de garimpo

PSDB em transe, Moro, o tribunal da Ucrânia e a questão: “3ª via para quê”?    

Dicas Culturais

(Jogo) Dark Souls: Remastered

(Canal) O Algoritmo da Imagem

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Apresentação: Gabriel Divan e Carapanã

Capas: Gui Toscan

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#250 “A Crise(ao cubo) é Estética” – com CriseCriseCrise

Saudações Pessoas! Hoje reunimos o time do @tresvezescrise para falar sobre estética, política e CRISE. Compareceram os jornalistas Vinícius Felix (@Telefonemas_), Tiago Soares  (@nohayhandle), André Maleronka (@andre_maleronka), Amauri Gonzo (@amaurigonzo). Começamos discutindo o Touro da B3 e outras pérolas da cafonice bolsonarista, incluindo a chamada “arte de direita” e suas expressões meméticas da desgraça nacional. Entre o pastiche de uma Miami idiotizada e as fantasias de uma “vanguarda de internet” filofascista, o governo opera uma destruição organizada da cultura nacional. Crise política, crise econômica, crise política. Discutimos o ódio das direitas ao carnaval, a transformação da vida num grande esquema de pirâmide e os usos da violência no discurso político. Finalizamos falando de como o cinismo se tornou algo generalizado e o que esperar de 2022. Clica aí.

Dicas Culturais

(Artista) Don L

(Podcast) Telefonemas

(Site) Ponte Jornalismo

(Jogo) Unsighted

(Filme) Zola

(Livro) A Literatura Nazista na América

(Jogo) Wolfenstein: The New Order

(Jogo) GTA San Andreas (o original e eterno!)

(Livro) America Swings

(Livro) Fantasmas da Minha Vida

(Livro) Lula – Volume 1

(Site) Popload – Top 50 da Cena

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EH VÁRZEA #26 – O Policial e o Professor

Na coluna dessa semana Carapanã fala sobre como a campanha de pânico moral dos reacionários brasileiros trouxe o abuso policial para dentro da sala de aula e não há futuro pra educação do Brasil se essa palhaçada não acabar.

Referências

‘Minha aluna desmaiou de fome’: professores denunciam crise urgente nas escolas brasileiras

Policiais e evangélicos fundamentalistas ameaçam escola municipal em SP por praticar ‘ideologia de gênero’

Servidores do Inep detalham censura em questões da história recente no Enem

Mafalda é reprovada no Enem

“Peixoto só quero meus cones e minha viatura”

O Quadro Negro #39 – Escola não é lugar de Continência

Mães e professoras denunciam assédio em colégio militar do Amazonas

Policial que coordenava escola militar em Cuiabá é condenado por abusar de alunas

Sargento da PM é afastado após denúncias de assédio sexual contra estudantes em escola militarizada do DF

#249 “O Arquivo F” – com Tesoureiros do Jair

Saudações Pessoas! Nesse episódio recebemos o misterioso Tesoureiros do Jair (no Twitter: @tesoureiros), para  uma conversa sobre o Facebook e adjacências. Comentamos os vazamentos de documentos e os depoimentos da cientista de dados Frances Haugen, que deixou a companhia em maio de 2021. Haugen mostrou que o Facebook não apenas sabia de todos os problemas graves da plataforma (que  chegou a ser usada para causar um genocídio em Myanmar) como nada fez para contê-los. Atualmente a empresa fundada por Mark Zuckerberg, e que inclui plataformas como o Whatsapp e o Instagram, continua em rápida expansão e suas redes são “a internet” para uma parcela considerável da população do planeta – graças aos acordos com provedoras de conexão móvel. Além do problema já conhecido de como a desinformação e os conteúdos violentos tendem a viralizar mais rápido e intensamente, o Facebook chegou a resultados preocupantes em suas pesquisas sobre comportamento de usuários e saúde mental – sobretudo entre os mais jovens. As denúncias de Haugen são sérias, têm implicações no mundo real e apontam para a necessidade crescente de que redes sociais não apenas sofram regulação, como qualquer outro serviço. Discutimos isso tudo e falamos sobre como o Facebook produz seu lucro astronômico da mesma forma que as outras gigantes do Vale do Silício: explorando o trabalho de seus usuários. Toda a engenharia das plataformas é produzida de modo a maximizar o desejo de produção e consumo de conteúdo, não importa o quão disfuncional e nocivo ele seja. Passou da hora de agir.

Dicas Culturais

(Podcast) Was I in a cult?

(Filme) Os Pequenos Vestígios

(Filme) Homem Aranha no Aranhaverso

(Filme) I am Mother

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#248 “O Brasil na fila do osso” – com Denise De Sordi

Saudações Pessoas! Nesse episódio do Viracasacas recebemos novamente a grande Denise De Sordi (no Twitter: @d_desordi) para discutir o abrupto fim do Bolsa Família e seus consequências trágicas. Começamos falando sobre como as coisas estão mudando muito rápido, e para pior, uma vez que o governo Bolsonaro resolveu institucionalizar a destruição de todo o sistema de proteção social construído no Brasil. A reforma trabalhista reduziu direitos e produziu nova massa de trabalhadores vulneráveis que agora se veem diante de novas incertezas. Ao contrário do que inferem diversos analistas políticos, o Auxílio Brasil não é um Bolsa Família “turbinado”. Diferente do programa historicamente bem sucedido, o Auxílio está totalmente desconectado das políticas de assistência social e combate à pobreza implementadas no Brasil nas últimas décadas. A destruição da rede de proteção social brasileira e a “voucherização” serve ao propósito de enxugamento da máquina proposto pelas elites brasileiras. É um bom momento para olhar como movimentos sociais e organizações de base estão se organizando para combater as consequências da destruição organizada do Brasil.

Referências

(Artigo) O Garimpo dos Ossos e o Apagão dos Programas Sociais Brasileiros

(Episódio) De Volta ao Mapa da Fome – com Denise De Sordi

Dicas Culturais

(Livro) Geografia da Fome

(Debate) Encontro às Quintas – Fome, ontem e hoje: as múltiplas faces da pobreza

(Livro) Marighella: O guerrilheiro que incendiou o mundo

(Livro) Pastoral Americana

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#247 “Fim de Festa” – com Ady Ferrer e Rodrigo Hipólito

“OH NÃO! MAIS UM CRIME CONTRA A HUMANIDADE!”

Saudações Pessoas! Nesse episódio recebemos os magnânimos Ady Ferrer e Rodrigo Hipólito, hosts do MIDCast Política, para uma conversa sobre a encerrada CPI da COVID. Recapitulamos as diversas investigações da CPI, o papel na difusão de conhecimento técnico e as diversas formas de espetacularização da política que se fizeram presentes ali – para o bem e para o mal. Discutimos os méritos e deméritos do relatório final e também como essa CPI trouxe diversas inovações para o funcionamento de futuras Comissões Parlamentares de Inquérito. Fizemos uma análise crítica de diversas “covardias” da Comissão (malditos milicos!) com a ressalva de que as instituições brasileiras não parecem capazes de lidar com a degradação civilizacional provocada pelo bolsonarismo e seus comparsas. Por fim, falamos dos próximos passos e da necessidade de uma pressão permanente sobre o acomodado Ministério Público Federal. Clica aí!

Dicas Culturais

(Podcast) E.M.O.

(Novela) O Clone

(Livro) Olhos de pixel

(Noveleta) Não pague pela Boa Morte

(Livro) Cancelling Comedians While the World Burns – A critique of the Contemporary Left

(Filme) O Quadrado

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#246 “Guerra e Paz nas Prisões” com Marcelli Cipriani

Saudações Pessoas! No Viracasacas dessa semana recebemos a socióloga Marcelli Cipriani (no Twitter @marcellicipri) para uma conversa sobre crime, castigo e encarceramento no Brasil. Marcelli é autora do recém-publicado Os coletivos criminais de Porto Alegre: Entre a “paz” na prisão e a guerra na rua, baseado em sua dissertação de mestrado premiada pela Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (ANPOCS). A partir de uma pesquisa conduzida no Presídio Central de Porto Alegre, discutimos o crescente papel das facções na organização do ambiente prisional no Brasil, bem como a estranha simbiose entre o encarceramento e a consolidação das facções nas ruas e nas prisões. E eis que as organizações de detentos, necessárias para ordenar a vida nas prisões desumanas, acabam se transformando em organizações criminosas. Da guerra nas ruas de Porto Alegre entre 2016-2018 a uma “paz negociada”, as dinâmicas das facções parecem ter um peso muito maior para a segurança pública do que as estratégias de policiamento. Ao contrário do que diz o senso comum, não é o medo que rege o poder dessas organizações que se expandem através de um sistema de reciprocidade (o apoio) e que une grupos e indivíduos. Dentro de um ambiente prisional insalubre e brutal a atuação das facções acaba sendo crucial para evitar explosões no “barril de pólvora” que são as prisões.

Dicas Culturais

(Livro) Os coletivos criminais de Porto Alegre: entre a “paz” na prisão e a guerra na rua

(Livro) Os supridores

(Livro) Ney Matogrosso: a biografia

(Livro) 1964: História do Regime Militar Brasileiro

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EH VÁRZEA #25 – A República do Eufemismo

Na coluna dessa semana Carapanã fala sobre como os crimes graves do governo Bolsonaro independem de qualquer preciosismo com as palavras.

Referências

Sequência do Rubens Valente

MPF apura denúncia sobre morte de crianças Yanomami ‘sugadas’ em rio por draga de garimpo

“A Farsa Ianomâmi” (1995) e o revisionismo militar brasileiro sobre a Amazônia: memória, usos políticos do passado e neocolonização

Ela ignorou o médico, mentiu para a família e morreu sem acreditar que estava com Covid: ‘Só via ake news’, diz filha

Viracasacas #244 “Nazismo Chinelão” – com Acácio Augusto

#245 “Duna” – com Ana Rusche e Eduardo Marks de Marques

Saudações pessoas! No episódio de hoje recebemos Ana Rusche (@anarusche) e Eduardo Marks ( @edmarks_ ) para uma conversa sobre a obra-prima de Frank Herbert, suas sequências de qualidade duvidosa e suas adaptações cinematográficas controversas. Começamos refletindo sobre porque Duna é a obra de ficção científica mais vendida de todos os tempos e o que faz dela tão única e influente. Falamos  sobre as adaptações para o cinema – do fracasso dirigido por David Lynch à estrondosa influência do filme nunca realizado por Jodorowski – e sobre o que esperar da nova tentativa de Dennis Villeneuve em trazer Duna às grandes telas. Discutimos como Duna é uma obra complexa, na qual um futuro é imaginado e tornado vivo em suas dimensões políticas, religiosas, econômicas e ecológicas. Duna inaugurou um novo estilo de ficção científica, marcada pela inevitabilidade da tragédia e pelo fascínio com o desconhecido, calcada na contracultura dos anos 60 mas profundamente pessimista com a política como meio para a mudança. Tudo isso e muito mais nesse episódio especial. Umma tamut wa-umma tanbut!

Referências

Jodorowsky’s Dune

David Lynch’s Dune

Dicas Culturais

(Livro) Os Despossuídos

(Livro) História da sua vida e outros contos

(Conto) Sonharão no Jardim

(Livro) Piquenique na estrada

(Livro) O Problema dos Três Corpos

(Newsletter) Fogo Baixo

(Série) Billions

(Série) O Último Reino

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#244 “Nazismo Chinelão” – com Acácio Augusto

Saudações pessoas! No Viracasacas dessa semana recebemos novamente Acácio Augusto, professor no Departamento de Relações Internacionais da UNIFESP, para uma conversa sobre como a Lei de Godwin ACABOU. Em 2018, quando Jair Bolsonaro liderava as intenções de voto para presidente, sobravam analistas políticos e articulistas dizendo que ele não poderia ser chamado de “extrema-direita” ou que era absurdo compará-lo a nazistas e fascistas históricos. Tudo isso enquanto ele subia em palanques para ameaçar a oposição de extermínio ou exílio. Enquanto Bolsonaro agia para difundir o discurso de violência e os ideais de uma extrema-direita filofascista, partes significativas da imprensa e da inteligência brasileira corriam para normalizá-lo. No cenário pós-eleitoral a imprensa passou a dar destaque para o trabalho de quem se dispôs a analisar as diversas “coincidências” e relações entre o bolsonarismo, o clã Bolsonaro e organizações nazifascistas. Das antigas correspondências com fóruns neonazistas levantadas pela antropóloga Adriana Dias, às várias declarações e defesas públicas de apologistas do nazismo, fotos com seguidores vestidos de oficiais da SS, atos cívicos organizados e encabeçados por neonazistas, idas a clubes de tiro nas quais é abundante a simbologia nazista,  etc etc etc… E nem estamos falando do uso de slogans nazistas pelo Governo Federal e das várias “coincidências” como a vice-governadora bolsonarista neta de um dos maiores negacionistas do Holocausto no Brasil, ou o já celebre pronunciamento no qual um ex-Secretário de Cultura faz um cosplay do Goebbels. Se formos citar as “coincidências” em relação ao Integralismo e ao Fascismo Italiano as linhas seriam intermináveis. Para além da estética e de uma suposta “ironia” nessas constantes referências ao nazismo e ao fascismo falamos também sobre as consequências materiais de se ter um governo alinhado à extrema-direita, traduzida na morte de centenas de milhares de brasileiros e na destruição organizada do país pra benefício de poucos. Aos analistas políticos dos jornalões deixamos uma pergunta: já pode chamar de fascista? E de nazista?

Referências

Neonazistas ajudam a convocar “ato cívico” pró-Bolsonaro em São Paulo

Líder de ato neonazista pró-Bolsonaro em 2011 organiza carreatas em apoio ao presidente em SP

Pesquisadora encontra carta de Bolsonaro publicada em sites neonazistas em 2004

Carlos e Eduardo Bolsonaro praticam tiro em clube nos EUA acusado de usar sinais nazistas

Dicas Culturais

(Livro) Autodefesa – Uma Filosofia da Violência

(Filme) O Porteiro da Noite

(Mangá) Vinland Saga

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Apresentação: Gabriel Divan e Carapanã

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